João,
apenas João. Era daquelas pessoas que nunca se olhava no espelho. Não porque não
queria ver suas imperfeições, e sim porque não suportava olhar para si mesmo.
Ele era daqueles caras que dia estava bem e outro dia estava de mal humor.
Convivia com poucas pessoas. Na verdade não convivia com ninguém, a não ser seu
cachorro.
Certo dia decidiu levantar-se de sua poltrona velha, tirar seu pijama rasgado. Foi quando passou em frente ao espelho, e pela primeira vez em muitos anos, se olhou nele. Sua autoestima, que já estava lá em baixo, finalmente tocou no chão.
Colocou sua camisa xadrez, uma calça velha que achara no fundo de seu guarda-roupa, e um chinelo. Nunca ligou para moda, e não era hoje que se vestiria bem.
Desceu pelo elevador, tentando não encarar os espelhos que o rodeavam. Saiu sem olhar para os lados, pois odiava os moradores do seu prédio. Finalmente viu o sol, e como ele estava lindo! Até parecia que estava brilhando especialmente para João. Continuou a andar.
Em seu caminho pode ver um imenso transito, pessoas brigando, ouvindo musicas sem fone de ouvido - musicas horríveis por sinal -, falando alto, enfim, tudo que lhe deixaria mais estressado ainda. Decidiu então voltar para casa.
Por ter andado bastante, o caminho de volta foi mais longo do que esperava. 1 hora depois chegou em casa. Tirou sua roupa e colocou seu bom e velho pijama. Foi para sala e de sua poltrona olhou pela janela o sol indo embora.
"É, Max. A vida lá fora não é nada legal. As pessoas não são nada legais. E a cidade? Que lugar horrivel! Poluição tanto sonora quanto visual. Não, isso não me agrada nem um pouco. Qual é a graça em viver num lugar assim? Ainda não vi nenhum motivo para continuar saindo dessa casa... digo, vi sim um motivo, mas não, não quero sair de casa por esse motivo. Sabe por quê? Porque eu posso vê-lo por aquela janela, e desse jeito não preciso encarar todas aquelas pessoas que me dão medo.". Disse João, fazendo carinho em seu cachorro, e levantando-se para ver o sol se pôr.
Certo dia decidiu levantar-se de sua poltrona velha, tirar seu pijama rasgado. Foi quando passou em frente ao espelho, e pela primeira vez em muitos anos, se olhou nele. Sua autoestima, que já estava lá em baixo, finalmente tocou no chão.
Colocou sua camisa xadrez, uma calça velha que achara no fundo de seu guarda-roupa, e um chinelo. Nunca ligou para moda, e não era hoje que se vestiria bem.
Desceu pelo elevador, tentando não encarar os espelhos que o rodeavam. Saiu sem olhar para os lados, pois odiava os moradores do seu prédio. Finalmente viu o sol, e como ele estava lindo! Até parecia que estava brilhando especialmente para João. Continuou a andar.
Em seu caminho pode ver um imenso transito, pessoas brigando, ouvindo musicas sem fone de ouvido - musicas horríveis por sinal -, falando alto, enfim, tudo que lhe deixaria mais estressado ainda. Decidiu então voltar para casa.
Por ter andado bastante, o caminho de volta foi mais longo do que esperava. 1 hora depois chegou em casa. Tirou sua roupa e colocou seu bom e velho pijama. Foi para sala e de sua poltrona olhou pela janela o sol indo embora.
"É, Max. A vida lá fora não é nada legal. As pessoas não são nada legais. E a cidade? Que lugar horrivel! Poluição tanto sonora quanto visual. Não, isso não me agrada nem um pouco. Qual é a graça em viver num lugar assim? Ainda não vi nenhum motivo para continuar saindo dessa casa... digo, vi sim um motivo, mas não, não quero sair de casa por esse motivo. Sabe por quê? Porque eu posso vê-lo por aquela janela, e desse jeito não preciso encarar todas aquelas pessoas que me dão medo.". Disse João, fazendo carinho em seu cachorro, e levantando-se para ver o sol se pôr.
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